domingo, 25 de março de 2012

CNN traz entrevistas e reportagens interessantes que você pode acompanhar

Segue uma dica interessante para você, que está estudando inglês.

O canal CNN traz entrevistas interessantes, que você pode acompanhar.

Na NET, o canal CNN é o 153. Via Internet, você pode ter acesso a vídeos de reportagens no seguinte site: http://edition.cnn.com/video/

Mas como tirar o melhor proveito dessas entrevistas? É simples: tente focar nos conhecimentos que você já tem.

O primeiro passo é expor-se ao idioma, de uma maneira real. E nada mais real do que um canal de notícias (excelente, por sinal). 

O segundo passo é dar um tempo a você mesmo para que seus ouvidos se habituem ao idioma.

Aos poucos você vai começar a identificar informações que você já estudou em sala de aula, esteja você no nivel Intro, Básico ou Intermediário.

O mais importante é: driblar a ansiedade e trabalhar as habilidades no idioma de forma homeopática.

Mas uma coisa é fundamental: exponha-se, tanto quanto você puder. 

Dica: tenha sempre em mãos um caderninho e uma caneta. Anote palavras ou detalhes que considera interessantes e saia pesquisando. Existem ótimos dicionários online para auxiliá-lo. E se não souber do que estão falando, dê uma olhada na chamada escrita que aparece na tela e faça uma busca no Google. Além de treinar seu inglês você estará melhorando seus conhecimentos gerais.

Abaixo seguem alguns links para bons dicionários online:

PORTUGUÊS - INGLÊS



INGLÊS - INGLÊS




See you next !!!

Teacher Denise

quarta-feira, 21 de março de 2012

Literature Project - Algumas considerações

Hello, students !

Alguns dos meus alunos iniciaram sua participação em um projeto denominado "Literature Project".

Em que consiste?
Consiste na leitura de um livro, da coleção Penguin Readers, onde o aluno escolhe o título que mais lhe agrada, respeitando o seu nível de inglês.

Como é desenvolvido? 
O aluno faz a leitura dos capítulos, escreve o resumo deles e também faz uma apresentação oral da estória em sala de aula. Na verdade, abre-se um bate-papo entre aluno e professor sobre o desenrolar da estória.

Quais são os objetivos desse trabalho? 
Em primeiro lugar, fazer com que o aluno utilize o inglês que está aprendendo em uma atividade da vida real, ou seja, leitura, interpretação de textos e fala. O trabalho foca, especialmente, em desenvolver a capacidade do aluno em compreender o que lê e sintetizar idéias, valendo-se de vocabulário já estudado e também novo.

Ao final das apresentações o professor ministra um feedback ao aluno sobre a qualidade do material exposto (texto e apresentação oral) e também sobre o progresso alcançado.

E o vocabulário novo, como fica? 
O trabalho de pesquisa sobre o vocabulário novo é de responsabilidade do aluno, pois é através da pesquisa desse novo vocabulário que o aluno enriquecerá sua produção no idioma.

O livro traz uma parte de testes. O aluno deve fazer? 
A princípio, não é necessário, já que o foco de nosso trabalho é o desenvolvimento da síntese, da compreensão, do vocabulário e da oralidade. Os detalhes da leitura ele já vai ter que pontuar em seus resumos, logo responder às perguntas do livro torna-se uma atividade opcional do aluno.

O projeto é obrigatório? 
Não, mas eu sempre convidarei os alunos que considero preparados para iniciar esse tipo de atividade, pois eu entendo que a aplicação do inglês estudado à vida real é de suma importância para solidificar os conhecimentos que se adquire. E também para que o aluno possa tirar dúvidas, através da pesquisa e adquirir algo fundamental: segurança e mais desenvoltura.

Como utilizo os CDs de Áudio do livro?
Esse é um detalhe importante, e eu escolhi esta coleção (Penguin Readers) porque ela contém os CDs. O aluno deve ler o capítulo e, após a leitura, deve ouvir o capítulo, acompanhando a leitura novamente. Esse trabalho ajudará o aluno a familiarizar-se com a pronúncia do idioma, algo fundamental para que, no dia a dia, seja mais fácil a compreensão de músicas, filmes, noticiários e mesmo falantes nativos. 

Lembre-se: QUANTO MAIS EXPOSTO VOCÊ ESTIVER AO IDIOMA, MAIS DESENVOLTURA E SEGURANÇA VAI CONQUISTAR. EU, COMO INSTRUTORA E PROFESSORA, ABRO OS CAMINHOS DE SUA COMPREENSÃO. CABERÁ A VOCÊ, ALUNO DETERMINADO, CONQUISTAR A FLUÊNCIA TÃO DESEJADA. ACONTECEU ASSIM COMIGO E COM TODOS OS MEUS COLEGAS PROFESSORES. VAI SER ASSIM COM VOCÊ TAMBÉM. TENHA PACIÊNCIA E DETERMINAÇÃO. 

Kisses, everybody !!! 

Teacher Denise

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

VOCÊ LEVA DO SEU CURSO O QUE EFETIVAMENTE COMPRA?



Hi, dear students !

O título deste post te leva a pensar que vou falar sobre cursos de idioma que oferecem muita coisa e não cumprem a promessa, coisa e tal? Pois é, não vou falar disso. Vou falar um pouco de como um aluno de idiomas pode se auto-sabotar. Pois é, isso acontece muito. E é extremamente perigoso, poderia dizer até fatal.

Ao longo da minha experiência como professora e coordenadora de ensino em escolas de idiomas me deparei com vários problemas relacionados à produção pedagógica. E um deles é esta auto-sabotagem que os alunos praticam. Há vários alunos que se matriculam no curso, compram material e começam a freqüentar as aulas.... e só. Mas como assim? Bem, pois é, pára por aí. O aluno do qual estou falando se sabota assim:

- não faz os homeworks. Ou porque sentiu muuuuita dificuldade, ou porque simplesmente não teve “tempo”...

- em sala de aula, prefere não participar oralmente (não responde as perguntas, não participa das conversas), sempre alega que não entendeu, ou que está cansado, “mas que na próxima aula vai ser diferente....”

- também em sala de aula, mesmo quando tem dúvida, diz para o professor que “entendeu”. Ou seja, não questiona, não pede para o professor explicar novamente. Não utiliza a ferramenta à sua disposição naquele momento, que é o conhecimento e a experiência do professor para seu benefício.

- falta. Falta e falta. Um dia porque choveu, outro porque saiu tarde do trabalho, outro porque estava muito cansado. Enfim, falta. Neste ponto eu preciso te falar, aluno, que mesmo sendo aluno VIP (individual) a falta prejudica muito. Porque estudar um idioma é prática, é treinamento, é se expor ao idioma o quanto for possível. E a aula, você sabe, é o lugar sagrado para que isso ocorra.

- transfere sua atenção a problemas externos e acredita que não aprende devido ao grupo com o qual estuda, ao horário, ao dia da semana, ao professor, ao livro didático...

Se você está estudando inglês (ou outro idioma) e freqüenta uma escola ou aulas particulares, procure olhar para você, em primeiro lugar, e auto-avaliar seu comportamento e participação no curso. Demonstrar disposição para estudar, ser assíduo às aulas e aos estudos, produzir seus homeworks são ações essenciais para que você consiga progredir no idioma. E para que você invista seu dinheiro, e não simplesmente o gaste. Fica a dica, ok?

See you next post !

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

British or American? Qual é o mais "fácil"?

Hello, dear students ! Happy 2012 !

Well, esta é uma velha discussão entre os estudantes: qual inglês é mais fácil de entender, o Americano ou o Britânico?

Muitos alunos juram de pés juntos que entendem melhor o britânico. A explicação: “eles falam mais ‘certinho’ na Inglaterra, teacher...”

Já o inglês Americano, para muitos alunos, se torna de mais difícil compreensão porque “lá nos Estados Unidos eles falam mais depressa...”

Grosso modo, é verdade. Mas quando falamos de língua inglesa estamos falando de um idioma que estabeleceu-se como língua franca, ou seja, é a língua de intercurso para os falantes de línguas diferentes. Em outras palavras, para se comunicar com o resto do mundo basta saber inglês, pois no mundo todo é a língua utilizada para comunicação geral.

Sendo assim, quando falamos de língua inglesa estamos falando de muito mais do que apenas inglês americano ou britânico. Estamos falando de um inglês internacional. Isso mesmo, e por quê? Porque ele ganha os mais diversos sotaques e formas, dependendo da língua nativa de quem fala. Os sotaques então variam pelo mundo.

Também é importante lembrar que, dentro do inglês americano ou britânico, vamos encontrar variações das mais diversas. Por exemplo, o inglês falado no Texas não leva o mesmo sotaque do inglês de Nova York. E quem mora na Inglaterra não tem o mesmo sotaque de quem mora na Irlanda. E por aí vai...No Brasil também é assim com o Português, não é verdade?

“Mas qual é mesmo o mais fácil de entender, teacher?” Bem, o mais fácil é o que segue uma métrica mais acadêmica, seria o inglês culto, ou standard. Essa é a base do inglês chamado de internacional (International English), em que se empregam normas gramaticais mais próximas do culto e se fala um pouco mais devagar.

E por que o inglês britânico parece mais fácil? Sim, porque só parece. Existem algumas características interessantes neste inglês. Por exemplo, a pronúncia das vogais está mais próxima daquilo a que estamos acostumados em Português, ou seja, uma pronúncia mais “redondinha”, aberta. Também o final das palavras é mais marcado, separado, o que no inglês americano já não acontece na maior parte do tempo, pois os sons são mais ligados.

Essas comparações são apenas para um entendimento mais claro do que ocorre, grosso modo, com a pronúncia do inglês em diferentes sotaques.

Mas é sempre bom lembrar: se o mundo inteiro fala inglês, precisamos estar preparados para inúmeras variações no sotaque e pronúncia de palavras.

Uma dica: escutar de tudo. Rádios e telejornais britânicos, americanos, australianos, indianos.... Sim, porque o inglês é a segunda língua na Índia. Assistir a filmes com legenda, focando a atenção na pronúncia dos atores. Ouvir músicas de diferentes cantores, sejam eles americanos, britânicos ou irlandeses. E prestar bastante atenção nas dicas de pronúncia do seu professor.

See you later ! Nice classes !

sábado, 3 de setembro de 2011

Inglês é passo a passo...




Olá, caros ! Fico muito honrada de dizer que tenho orgulho dos meus alunos.
É muito bom ter o privilégio de poder compartilhar conhecimentos com pessoas que se interessam em aprender e a descobrir tudo o que o aprendizado de um novo idioma pode proporcionar.
Estudar um outro idioma, na verdade, é mais do que falar uma nova língua. É poder partilhar novas informações, novas idéias. A cada aula, o aluno se depara com um mundo novo que se abre diante dos olhos.
Mas como controlar a ansiedade em falar inglês, em entender os áudios e filmes?
Sim, porque quem quer aprender fica ansioso. E isso é super natural.
O segredo de seguir em frente é saber degustar o aprendizado. Porque inglês (ou qualquer outro idioma) se conquista no passo a passo...
Se tudo tem um começo, tem também uma evolução. E ao respeitar o passo a passo do aprendizado, sem perceber o aluno vai agregando conhecimentos e desenvolvendo habilidades dentro do idioma.
Alguns alunos que estão estudando comigo há 3 meses chegaram sem saber nada de inglês. Hoje esses mesmos alunos já conseguem se comunicar no idioma. É claro que de forma simples, utilizando estruturas iniciais. Mas estão no caminho, respeitando o passo a passo de cada aula.
E é assim que conseguimos conquistar o conhecimento.
Seja estudando um idioma, seja fazendo uma faculdade.
O grande segredo é não desistir, é degustar cada nova informação adquirida, praticar.
Devagar se vai ao longe, já dizia um velho ditado !
Se você estuda inglês, vai minha dica: seja persistente nos seus estudos. Logo, logo você estará utilizando a língua sem perceber, de forma natural. Acredite !!!
Beijos a todos e até a próxima !


domingo, 8 de maio de 2011

Dificuldade mesmo? Ou seria timidez...


Hi, everybody !
Hoje eu gostaria de falar de uma sensação que muito aflige alunos que decidem estudar um idioma: a timidez.
Muitos alunos procuram seus professores ou seus coordenadores de curso para falar sobre suas dificuldades com o idioma. Normalmente relatam situações em que percebem uma baixa produtividade, momentos das aulas em que se sentem desconfortáveis e até, em alguns casos, um pouco tensos.
Por exemplo, aqueles momentos em que o professor dirige a eles uma pergunta, esperando ansiosamente por uma resposta “correta”. Alguns alunos chegam a relatar que, antes das aulas, se sentem tão desconfortáveis por “não produzirem” que seu organismo reage com suores e até palpitações... Temem a hora da correção do professor, pois nesse momento sentem-se muito expostos em suas limitações.
As questões acima, lembro, são comumente expostas por alunos, quando sentem-se à vontade para falar de seus sentimentos no decorrer das aulas.
Por experiência como professora de inglês há alguns anos e também coordenadora pedagógica, em muitos desses casos o que mais pesa para que essas sensações existam é a timidez do aluno.
Em geral, um aluno tímido evita expor-se, logo participa menos. Fala menos, questiona menos, quando estimulado a falar evita estender-se por medo de comparações. A timidez, se muito intensa, pode limitar ou até anular a participação do aluno em um momento muito importante da aula, que é o estímulo oral. Daí, muitas vezes, após algum tempo de curso, este mesmo aluno achar que “não sabe nada”.
Aos mais tímidos meu respeito total, afinal esta é uma das características do ser humano. Mas também gostaria de deixar aqui algumas considerações.
Na verdade, o que o professor espera é que o aluno tente. Tente sempre. Tente falar, tente responder. Ele também espera que seu aluno pergunte, exponha suas dúvidas. Esse é um momento importantíssimo para o professor, pois é a partir da participação do aluno – esteja ele falando corretamente ou não – que ele terá condições de guiar a produtividade de cada participante da aula.
Portanto, fico à vontade aqui para dar uma dica aos alunos mais tímidos: não se preocupem com a exposição. A sala de aula é o lugar certo para tentar e errar. O professor não está lá para comparar os alunos, mas sim para ajudar cada um dentro de suas necessidades.
Espero tê-los ajudado com mais esta dica, ok?
Se you soon ! Kisses !

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A velha história do copo meio vazio....

Olá, seguidores ! Estou aqui, a little bit late, mas estou de volta, para falar de uma situação que aflige a maioria dos alunos que estudam inglês: a síndrome do "não sei nada...".

Na rotina de sala de aula, ou na coordenação nos atendimentos aos alunos, o que mais se ouve é a seguinte frase: "estudo, estudo mas não sei nada...". Mas será que não sabe mesmo? Vamos analisar.

Eu já começo lembrando do quanto é comum o inglês em nossa rotina diária. Self-service, notebook, mouse, hamburguer, skate, video-game, I love you, bye bye...  e outras tantas palavrinhas do idioma do tio Sam que, mesmo que não denotem complexas estruturas do inglês, já nos servem de algum significado e referências.

Ter esse contato com o idioma na rotina do dia-a-dia, mesmo que não dirigido a estudos, já facilita um pouco a vida de quem decide estudar inglês. Essa inserção indireta do idioma já nos deixa mais à vontade para lidar com ele. O que não aconteceria, por exemplo, se você decidisse hoje estudar mandarim. O que você sabe, por exemplo, desta que é a língua que mais se fala no mundo? Provavelmente nada, não é?

Então é o seguinte: há duas formas de você, estudante do inglês, analisar o seu progresso perante o idioma, independente do nível em que você se encontra.

A primeira, pelo prisma do "copo meio vazio...". Isto é, achar sempre que estuda e não consegue assimilar, quando estimulado não fala por achar que não sabe, enfim... boicote total a todos os seus prévios esforços.

A segunda, pelo prisma do "copo meio cheio...". Ou seja, parar um pouquinho para se lembrar de quantas coisas já aprendeu do idioma. No vocabulário, nas estruturas, na escrita, na parte auditiva.

O fato é um só: sem dúvida você ainda não sabe tudo do idioma. Olha,  vou lhe contar um segredo: eu também não sei, pois inglês é uma língua viva, mutante. Mas..... você já aprendeu muita coisa, mesmo que esteja nos níveis básicos.

Então, com esta notícia maravilhosa, a dica é: usufrua sempre de tudo o que já aprendeu. Use nos seus textos,  nos seus e-mails (arrisque-se, tá?), ao prestar atenção na letra de uma música (certamente não entenderá tudo, mas alguma coisa você vai identificar como familiar e até aprender mais), ao falar com seu professor. Não tenha medo, a ordem é se arriscar. Faça um teste: pegue um texto na internet, uma notícia recente em inglês, e observe. Identifique nele aquilo que já aprendeu. Você vai se surpreender !

Fica aqui o meu abraço a todos e até o próximo post !